Casal é preso no ES por vender canetas emagrecedoras proibidas no Brasil
12/05/2026
(Foto: Reprodução) Operação contra venda ilegal de medicamentos para emagrecimento vendidos pela internet
Uma corretora de imóveis e o marido dela foram presos em flagrante nesta terça-feira (12) em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, suspeitos de vender canetas emagrecedoras proibidas no Brasil. Segundo a Polícia Civil, o casal usava as redes sociais para anunciar os medicamentos ilegais.
O delegado Felipe Vivas explicou que a investigação foi aberta depois que a Vigilância Sanitária recebeu denúncias pela ouvidoria do município.
"A Vigilância Sanitária comunicou a Polícia Civil a respeito de denúncias que eles estavam recebendo via ouvidoria do município, acerca de pessoas que estavam comercializando medicação para emagrecer. Foi instaurado um inquérito e houve representação por busca e apreensão domiciliar", afirmou o delegado.
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Ainda de acordo com o delegado, os medicamentos geralmente entram no país por meio do Paraguai e a importação é considerada ilegal.
"Essa medicação vem do Paraguai e essa importação hoje caracteriza crime de contrabando, porque está proibida. Além disso, também pode configurar crime contra a saúde pública", explicou Felipe Vivas.
A operação foi realizada nos bairros onde os suspeitos moram e comercializavam os produtos.
Casal é detido no Espírito Santo por vender canetas emagrecedoras proibidas no Brasil
Reprodução/ TV Gazeta
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram medicamentos utilizados para emagrecimento que têm comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A polícia informou ainda que esse tipo de medicamento só pode ser vendido em farmácias regulamentadas e com acompanhamento médico.
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O casal foi levado para a delegacia de Cachoeiro de Itapemirim, onde prestou depoimento. Até a última atualização desta reportagem, a defesa dos suspeitos não havia se manifestado.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar a origem dos produtos e se outras pessoas participavam do esquema de venda ilegal dos medicamentos.
O casal foi autuado em flagrante por "falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais com o agravante do produto não ter registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente".
Eles serão encaqminhados ao sistema prisional.
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